Em poucas palavras
- Um vulcão coberto por um glaciar, praias negras e falésias marítimas na ponta ocidental da península de Snæfellsnes, protegida como parque nacional desde 2001.[1]
- A 136 km (85 mi) de Reykjavík, cerca de 2 horas de carro pela Route 1 e pela Route 54.[2]
- From Reykjavik: Snæfellsnes Peninsula Full-Day Tour, 11 horas, a partir de 145 US$, classificado com 4,72 em 3.765 avaliações.[3]
- Kirkjufell, com 463 metros (1.519 pés) de altura e uma das montanhas mais fotografadas da Islândia.[4]
- A caminhada costeira de Arnarstapi a Hellnar, um pequeno trilho fácil a partir da estátua Bardur, cerca de 2 horas ida e volta.[5]
- Escolha principal Passeio de autocarro de dia inteiro desde 145 US$ Duração11 horas[3]Avaliação4,72 de 3.765 avaliações[3]Idioma do guiaInglês[3]ParagensKirkjufell, Djúpalónssandur, Arnarstapi[3]CancelamentoCancelamento gratuito até 24 horas antes[3] Ver disponibilidade
- Minibus premium desde US$161 Duração11 horas[6]Avaliação4,77 de 789 avaliações[6]Idioma do guiaInglês[6]ParagensKirkjufell, Djúpalónssandur, Arnarstapi[6]CancelamentoCancelamento até 24 horas antes[6] Ver este passeio
- Kirkjufell em pequeno grupo desde US$138 Duração12 horas[7]Avaliação4,60 de 478 avaliações[7]Idioma do guiaInglês[7]ParagensKirkjufell, Djúpalónssandur, Arnarstapi[7]CancelamentoCancele até 24 horas antes[7] Ver este passeio
O Snaefellsjokull é um estratovulcão com 1.446 metros (4.744 pés) de altitude, coberto por um glaciar, no oeste da Islândia. Situa-se dentro do Snaefellsjokull National Park, criado em 2001.
Vale a pena dedicar um dia ao Snæfellsjökull National Park?
Como chegar e deslocar-se
- Há passeios guiados de autocarro e de minibus de Reiquiavique até à península
- Reserve um dia inteiro para o circuito se partir da capital
- Nas excursões indicadas é oferecida a opção de reservar agora e pagar mais tarde
- Cancelamento gratuito até 24 horas antes neste passeio[3]
O que vestir e levar
- Uma capa impermeável para cortar o vento costeiro
- Uma camada intermédia quente e luvas, mesmo no verão
- Calçado com boa aderência para caminhos de lava e praias de calhau
- Óculos de sol e protetor solar para a luz forte do mar
Um parque nascido do património vulcânico
O Snæfellsjökull National Park abrange a ponta ocidental da península de Snæfellsnes, um canto da Islândia onde um vulcão coberto por um glaciar cai em direção ao Atlântico Norte. Dentro dos seus limites encontram-se falésias marítimas, praias de calhau negro, campos de lava, colinas cobertas de musgo e pequenas aldeias piscatórias, tudo a curta distância de carro umas das outras. O vulcão coberto por um glaciar que lhe está no centro, o Snæfellsjökull, tem 1.446 metros de altitude, e o parque nacional foi criado em 2001.[1]
Chegar lá é uma das razões pelas quais a zona funciona tão bem como passeio de um dia. A península fica a 136 km (85 mi) de Reiquiavique, cerca de 2 horas de carro pela Route 1 e pela Route 54.[2] Pode conduzir você mesmo, seguindo a estrada costeira que contorna o parque e as suas aldeias, ou deixar que outro conduza enquanto os campos de lava deslizam pela janela.
A península de Snæfellsjökull é pequena no mapa e recompensa quem a percorre devagar. As paragens ficam próximas umas das outras, e o dia acaba por ser moldado pelo tempo que se demora em cada sítio e não pela distância que se percorre. Aldeias, praias e falésias sucedem-se de uma forma que parece um resumo do país inteiro.
Snæfellsjökull: o vulcão glaciar
O Snæfellsjökull é um estratovulcão com uma calota de gelo no topo, um cone de antigas escoadas de lava que se ergue acima dos campos em volta e brilha branco contra o céu num dia claro. Jules Verne fez descer os seus exploradores pela sua cratera em Viagem ao Centro da Terra, e, de pé sob a montanha, percebe-se porque cativou a imaginação de um romancista: parece uma tampa sobre algo muito maior.
Em volta do cume, o terreno é uma mistura de crateras, tubos de lava e rocha rugosa coberta de musgo, e grande parte fica a pouca distância da estrada. O passeio guiado à gruta de lava Vatnshellir dura 45 minutos.[8] Funciona como plano para dias de chuva e para dias de calor ao mesmo tempo, pois debaixo do solo a temperatura mantém-se estável enquanto o tempo lá em cima faz o que quer.
A neve pode persistir na calota de gelo enquanto a costa abaixo está verde, e esse contraste de gelo branco, lava negra e musgo macio é a imagem que fica. Procure a montanha ao aproximar-se pela estrada costeira: num dia claro, ela mostra-se muito antes de chegar ao limite do parque.
Calhaus negros, farilhões e mar abaixo do vulcão glaciado.
Kirkjufell e Grundarfjörður
Grundarfjörður é a base natural no lado norte da península, uma pequena vila portuária com vista direta para o Kirkjufell. A montanha tem 463 metros (1.519 pés) de altitude e é uma das mais fotografadas da Islândia.[4] Se fizer uma pequena lista do que não pode perder no Snæfellsjökull National Park, o Kirkjufell, as falésias de Londrangar, Djúpalónssandur, Búðir e Arnarstapi estarão todos nela.
Há mais para fazer aqui do que tirar fotografias. Há passeios de caiaque a partir do próprio Grundarfjörður, com o Mt. Kirkjufell Daytime Kayaking Adventure indicado como tendo 2 horas e desde US$120.[9] Os passageiros de cruzeiro que atracam em Grundarfjörður têm a sua própria opção, indicada como tendo 5 horas desde US$201 com um guia que fala inglês ou espanhol.[10] Se preferir cavalos, o Stóri-Kambur oferece passeios a cavalo que levam os participantes ao coração de Snæfellsnes, no oeste da Islândia.[11]
A vila é um bom sítio para quebrar o circuito, encher uma garrafa térmica e comer algo quente antes da metade sul da península. As vistas sobre o fiorde mudam com a luz, e a montanha passa de postal a silhueta em menos de uma hora numa tarde de outono.
Londrangar e as falésias sobre o mar
Londrangar são os dois picos de basalto que se erguem acima da costa, o núcleo duro de uma cratera que se foi erodindo em volta deles. O caminho ao longo da borda da falésia dá para ver ilhéus, arcos e água escura, e a erva de ambos os lados enche-se de aves pequenas na época de nidificação.
A vida das aves é a razão pela qual muitos viajantes escolhem esta altura para visitar. Papagaios-do-mar, tordas-mergulheiras, painhos e gaivinas nidificam em Londrangar da primavera tardia ao verão.[12] Mantenha-se afastado da borda e dê espaço às cornijas de nidificação: uma teleobjetiva será mais útil do que um passo em frente.
As fotografias do Snæfellsjökull National Park vêm muitas vezes de sítios exatamente assim: rocha negra, espuma branca e um céu que muda de fotograma para fotograma. Um plano largo das falésias e depois uma teleobjetiva para as aves cobrem quase tudo o que vai querer trazer para casa.
desde 145 US$
O From Reykjavik: Snæfellsnes Peninsula Full-Day Tour está listado com 11 horas, com recolha disponível e um guia ao vivo que fala inglês.[3]
Djúpalónssandur e a costa repleta de destroços
Djúpalónssandur é conhecida pelas suas quatro pedras de levantamento históricas, pelos restos do arrastão britânico Epine GY7, que aqui naufragou em 1948, pelo arco natural de rocha Gatklettur e pela sua praia de calhau negro aos pés do glaciar Snæfellsjökull.[13] Chega-se à praia a pé, através de um campo de lava acidentado, e o caminho descendente oferece a vista muito antes de sentir os calhaus sob as botas.
As pedras de levantamento serviam antigamente para testar se um pescador tinha força suficiente para as embarcações, e é difícil passar por elas sem tentar levantar uma. O mar nesta costa pode subir uma praia negra mais do que parece visto do caminho, por isso vigie a água enquanto tira fotografias.
Se puder, faça a paragem com sol baixo: os calhaus ficam brilhantes, o arco projeta uma sombra longa e toda a praia se lê como uma linha escura contra o mar. O caminho desde o parque de estacionamento é curto, o que faz deste um lugar fácil para abrandar antes da viagem de regresso.
Arnarstapi, Búðir e a costa das sagas
Arnarstapi fica na extremidade sul do parque, e o caminho costeiro desde a aldeia é uma das caminhadas mais fáceis da zona. O percurso costeiro de Arnarstapi a Hellnar é um trilho pequeno e fácil que começa muito perto da estátua de Bardur e leva cerca de 2 horas ida e volta ao longo da costa.[5] Colunas de basalto, arcos de rocha e aves marinhas alinham-se ao longo do trajeto, e o piso é suave.
Búðir, mais a oeste ao longo da costa sul, é onde fica a Búðakirkja, uma pequena igreja de madeira no lado sul da península de Snæfellsnes.[14] A madeira escura ergue-se sozinha contra a erva pálida e a lava, e a costa abaixo fica a curta distância a pé do adro da igreja.
A península tem também a sua própria figura de saga. Segundo a Bárðar Saga Snæfellsáss, Bárður Snæfellsás foi o colonizador da área de Snæfellsnes e era meio trol e meio homem, sendo o pai meio titã e a mãe humana.[15] Uma estátua sua ergue-se em Arnarstapi, perto do local onde começa o percurso costeiro.[5]
Quanto tempo dedicar ao Parque Nacional de Snæfellsjökull
Um dia inteiro é a resposta realista se partir de Reikjavik, e um circuito guiado tira-lhe a condução das mãos. O From Reykjavik: Snæfellsnes Peninsula Full-Day Tour está listado com 11 horas e a partir de 145 USD, com recolha disponível e um guia ao vivo que fala inglês.[3] A oferta permite reservar agora e pagar depois, e cancelamento gratuito até 24 horas antes, com reembolso total.[3]
Se preferir ficar hospedado na península, as distâncias são razoáveis. O Hotel Snæfellsnes fica no meio da península, a 32 km de Stykkishólmur, 38 km de Grundarfjörður, 57 km de Ólafsvík, 35 km de Búðir, 54 km de Arnarstapi e 58 km de Hellnar.[16] Isso torna possíveis dois meios dias, com espaço para os extras que uma excursão de um só dia costuma saltar.
Esses extras somam-se bem. A observação de baleias em Snæfellsnes parte de Ólafsvík, e o passeio de observação de baleias de Ólafsvík está listado com 3 horas a partir de 116 USD.[17][18] Lýsulaugar tem banhos geotérmicos, incluindo dois banhos quentes, uma grande piscina geotérmica e um banho frio.[19] Quanto ao tempo, as condições aqui são globalmente bastante boas ao longo do ano, mas podem mudar depressa, por isso mantenha o seu plano flexível, sobretudo no inverno.[20]
Durações listadas dos passeios na península
Duração em horas de cada passeio listado, retirada da respetiva página da GetYourGuide:[3][6][7][21]
Preços desde, por pessoa, em dólares americanos
Preços de partida por pessoa em dólares americanos, retirados dos passeios aqui citados:[3][6][7][21][22]
Quando ir
Planear o seu dia no parque
Escolha o seu transporte
Um passeio guiado de dia inteiro trata da longa condução e do circuito. Conduzir você mesmo dá-lhe liberdade para demorar nas paragens de que mais gosta.
Reserve com antecedência para o verão
O verão é a janela mais movimentada, por isso fixe a sua data cedo e procure ofertas que permitam reservar agora e pagar depois.
Faça as malas para quatro estações
Capa impermeável, camada intermédia quente, luvas e sapatos com boa aderência. O vento costeiro faz um dia ameno parecer mais agreste do que a previsão sugere.
Mantenha o plano flexível
O tempo muda depressa na península. Faça primeiro as paragens mais famosas e deixe os miradouros mais pequenos para depois, se o céu fechar.
Dê espaço à vida selvagem
Mantenha-se afastado das bordas das falésias e das plataformas de nidificação, e use um zoom em vez de se aproximar de aves e focas.
Percorra a península com um guia que conhece o parque
a partir de US$ 146Reserve agora e pague depois




